quarta-feira, 3 de abril de 2013

MELHOR MESMO É DANÇAR!


Uma coisa é certa nesse mundo, nós, seres humanos, precisamos viver em sociedade, pois ninguém é capaz de viver sozinho. Quando vivemos em sociedade, geralmente, colaboramos e temos a colaboração do próximo, é o relacionamento de reciprocidade. Dessa forma, os humanos sempre estão em dívidas uns com os outros ou apenas agradecido por um favor ou benefício que lhe foi dado. Mas saiba que as pessoas ingratas não percebem a característica da ingratidão, por vergonha ou por característica da sua personalidade. Diferentemente do que você possa pensar, ser ingrato não é tão ruim quanto cuspir no prato que comeu. É isso mesmo, pessoal! Ser favorecido por algo ou por alguém e na hora da retribuição devolver ofensas ou de formas negativas, não é uma atitude certa, pois quando precisamos, pedimos e ao retribuir encaramos isso como um trabalho. 


Vou dar um exemplo bem simples:

Uma jovem morando nas ruas, estava maltrapilha e mal cheirosa. Quando uma senhora se aproximou e perguntou a ela o que aconteceu para ela estar ali. Ela, então, explicou que não tinha trabalho e assim não conseguia ficar em uma pensão. A senhora, então, ofereceu-lhe um quarto em sua casa, comida e em troca, ela a ajudaria com os afazeres. Imediatamente a moça aceitou. Alguns meses se passaram e as duas viviam bem quando um acidente com a senhora a deixou na cama. Foi aí que realmente apareceu o trabalho, a moça tinha de lavar, passar, fazer comida e cuidar da senhora. A mocinha começou pela primeira vez trabalhar, pois tinha de cumprir os afazeres e em troca, receberia um pequeno salário, pois a senhora possuía poucas posses. Poucos dias depois, a jovem disse que era muito trabalho e que ia voltar às ruas pois era mais sossegado. Sem que a senhora pudesse fazer qualquer coisa, ela se foi. Passados alguns meses, a senhora se recuperou e vive bem em sua casa. A jovem continua nas ruas e agora não tem como voltar atrás. A oportunidade de uma vida melhor pode só aparecer uma vez e retribuir essa ajuda não custa nada em comparação com o que lhe foi oferecido. O exemplo acima vale para tudo na vida e também na dança.

Assim, minha querida, nunca cuspa no prato que comeu e seja sempre grata pelas coisas que lhe são oferecidas. Retribua isso com o que você tem de melhor: seu carinho. Se isso for difícil, dance conforme a música que estiver tocando. Esse negócio de ficar inventando coisas, falar mal do professor e dar passos em falso é coisa de dançarino principiante. Não combina com cultura! E dança é cultura...

Mas deixa para lá, o melhor mesmo é curtir o baile por inteiro...

Sejamos mais gratos diante da vida, diante dos deuses e orixas e, com certeza, receberemos muitas bênçãos e prosperidade para nossa existência! Tenho dito...

Ronei Brabo

sexta-feira, 4 de março de 2011

Dança Senior?!?!


Envelhecer é um mau hábito que um homem ocupado não tem tempo para adquirir.
(André Maurois)

Pois é! Hoje em dia, por uma questão meramente comercial, rotulamos cada momento de nossas vidas. Envelhecer, por exemplo! Os romanos da antiguidade clássica valorizavam a velhice, honrando-a com o princípio no qual o respeito devido à experiência lhe atribuía um lugar na fila da frente dos Conselhos de Estado. Os chineses levam isso ao extremo até os dias atuais. Na sua gerontocracia, ninguém com menos de sessenta e cinco anos é considerado adequado ao exercício do poder. Nos tempos recentes, a moda tem sido os jovens assumirem um papel primordial, como se fossem a única forma importante de ser humano. A principal razão para tal é os publicitários saberem que esses jovens têm convicções frágeis e estão dispostos a consumir sem nenhuma análise futura. É uma coisa puramente comercial. As chamadas "meia-idade" e "3ª idade" não existem. Trata-se apenas de períodos da vida em que – supostamente - o estado de espírito e as medidas de cintura trocam de lugar. Isso é uma questão de atitude pessoal que depende só de vontade própria. Existem pessoas que já nascem velhas e outras que morrem jovens, independente de suas idades.

Na última semana, em um jornal da cidade, deparei com uma propaganda sobre Dança Senior. Mas o que seria isso? A denominação Senior traduz critérios, experiência, qualificação e sabedoria. Assim, o referido curso de danças deveria ser direcionado para pessoas com um alto desenvolvimento nas danças de salão. Igualmente, seus instrutores deveriam ser altamente qualificados e com experiência renomada no ramo. Mas não é nada disso! Dança Senior, por aqui, é um simples curso de danças destinado à pessoas com certa idade. Quais seriam então os ensinamentos repassados nesse tipo de dança? Dançar um pouco mais devagar? Não forçar a aula? Parece que a velhice está mesmo na cabeça dos próprios promotores? Analisando mais profundamente, talvez seja apenas uma estratégia de marketing para que o curso seja financeiramente um sucesso? Nas Danças de Salão, os passos ensinados são os mesmos de 10 anos atrás. Inexiste Dança Senior! Isso é um rótulo desnecessário... Somos considerados velhos aos 40 anos. Aos 60, somos sêniores! Após os 70, anciãos! Isso é pura balela... Nas gafieiras do Rio de Janeiro, os melhores dançarinos tem mais de 50 anos e, em momento algum dos bailes se dança Dança Senior. Apenas dançam, com muito vigor e leveza. Há muita propaganda falsa envolvendo a velhice e as danças. A mestra Maria Antonieta, mãe da moderna dança de salão brasileira, dançava um samba de gafieira com a leveza de uma menina de 18. Isso aos 82 anos. O par era seu aluno, Carlinhos de Jesus, já com mais de 50. Seu fiel parceiro por mais de 40 anos, Mestre Oswaldo, tem hoje 75 e ainda freqüenta todas as semanas a Estudantina. Dança como um menino de 20. Aqui mesmo em Salto, existem vários casais com mais de 60 que dão show nos salões da cidade. Dançam sem medo e sem preconceito. Esses sim podem ser considerados seniores.

Assim, queridos leitores, é chegada a hora de deixar de enganar e realmente ensinar. Se o curso é de Danças de Salão que assim o seja! A qualidade de um ensino está na honestidade, seriedade e principalmente na qualificação de seus professores e instrutores. Uma boa escola deve ter metodologia, planejamento de ensino e história. Ninguém se faz da noite para o dia! Isso vale de todos os segmentos de escolas. Vale também para aqueles que promovem cursos mesmo não sendo escolas. Para ser Sênior é necessário, no mínimo, muita experiência. E isso só se adquire com perseverança. (CJB)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dançar, a alma de tudo!


Amo dançar /E sei que não é um amor simplesmente...
É sentir pelo corpo o som da música... /É exalar movimento pelos poros...
É chegar à exaustão e não parar... /É sentir o coração mais forte a cada giro...
É se apaixonar novamente a cada passo... /É amar a vida e viver para amar...
Pois sem a dança a vida fica vazia.
"Enquanto houver dança sempre haverá esperança"

Dança para Casamentos

A sua primeira dança como marido e mulher é um evento especial que será lembrado por muitos anos. O tipo de dança que você escolher para executar deve refletir os sentimentos que você compartilha, e, possivelmente, com uma canção que tenha significado especial para o casal. Naturalmente, o seu estilo de dança também vai depender de quanto tempo você está disposto a praticar. Mas o que dançar afinal? A Ronei Brabo Danças de Salão ajudará você a fazer sua dança de casamento ser verdadeiramente mágica. Se você tem tempo suficiente, se inscreva para aulas de dança. Em seis aulas, uma coreografia personalizada que marcará esse momento para toda vida. A dança vai acrescentar elegância ao seu dia especial. As danças de salão ganharam popularidade ao longo dos anos e aqui na Ronei Brabo você aprende os mais váriados ritmos. Comece o quanto antes para adquirir habilidades de dança, agende uma visita à nossa escola e conheça de perto nosso método. Mais informações e agendamento pelo fone 11 7166.3330. (CJB)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Porque Dançar?

Com certeza todos temos motivos para lutar por nossos objetivos, nada que pretendemos é casual, sempre há um motivo que nos leva a fazer determinadas coisas, sendo assim, por que a dança nos proporciona tanto prazer? Como ela pode nos causar tantas sensações? Por que em simples passos viajam tantas emoções? Dentro ainda deste assunto, já se perguntou por que você teve a iniciativa de aprender a dançar? Que causas o levou a tomar esta decisão? Você poderia afirmar com certeza, o que o levou a fazer um curso de dança? Posso afirmar-lhe que a vida mostra de diversas formas os caminhos e oportunidades que existem e dentre estes escolhemos a melhor forma, ao menos à nossa visão, de buscarmos a felicidade, de vivermos momentos de prazer, de alegria. Nem sempre o verdadeiro motivo de nossa iniciativa é o que achamos, às vezes ao irmos há um curso de dança buscamos, não a dança em si, mas sim, a convivência com outras pessoas, pois as vezes nos sentimos sozinhos e saímos a busca de novas amizades. Podemos ainda estar tentando provar a nós mesmos que temos capacidade de fazer uma coisa da qual sempre nos mantivemos afastados e nos considerávamos incapazes de fazer. São tantos os motivos que poderiam nos levar ao mundo da dança, que não caberia neste espaço, pois cada ser humano carrega em si suas particularidades, seus objetivos, suas prioridades. Posso afirmar que a dança pode ajudá-lo de diversas formas a melhorar sua vida, ajuda-lo nas suas buscas, dar-lhe maior controle, coordenação motora, auto-confiança, enfim, pode proporcionar-lhe muitos benefícios. Cabe a cada um de nós encontrar nossos verdadeiros objetivos e lutarmos para que sejam alcançados, buscarmos sempre nas vitórias e derrotas estímulos para nossas caminhadas, alimento para nossas almas. Independente do motivo ou motivos que nos levaram ao mundo da dança, devemos sempre buscar a alegria que ela proporciona, termos consciência de que a finalidade da dança é o nosso bem estar, nossa alegria, portanto devemos sempre dançar com prazer, pois sem isto, ela perderia seu significado. (RB)

sábado, 24 de abril de 2010

Dicas nas danças de salão

Vale ressaltar que as dicas também cabem aos alunos mais avançados.


1 - Sapato que ajude na dança
Pensando em um primeiro momento, não existe a necessidade de comprar um sapato próprio para a dança de salão, mas evite ir para as aulas com tênis e sapatos com sola de borracha que dificultem o deslizar dos pés, o que atrapalha muito os seus movimentos. Dê preferência a um calçado que tenha um pouco de salto, porque vai ajudar a colocar o peso do corpo na planta dos pés facilitando o equilíbrio.Dica para as meninas: evitem sandálias abertas, pois podem acontecer pequenos acidentes que são facilmente evitados com um sapato fechado.

2 - Troque e-mail, telefone com seus colegas
Pense em formar um novo grupo de amizades com os seus amigos da dança. Combine com a turma de vir numa prática, num baile, troquem e-mail ou celular ou algum meio de comunicação.
Isso vai encorajar a sair para dançar, no começo, em grupo. Assim como quem gosta de praticar um esporte, vôley por exemplo, você tem a turminha do vôley, pense em formar a sua turminha da dança.

3 - Dance desde o começo, não coloque limites!
Procure dançar os passos que você aprende, mesmo que sejam poucos no começo, senão, você acaba colocando limites que sempre aumentam, por exemplo, quando eu souber 3 passos começo a dançar. Depois, você acaba aumentando para cinco e por aí vai. Não adie, vivencie os passos desde o começo, só com muita repetição é que você conseguirá uma boa desenvoltura e confiança nos passos.

4 - Se possível chegue um pouco antes das aulas
Caso haja alguma aula antes da sua, chegue um pouco antes, ou fique um pouquinho depois. Muitas vezes não é possível participar da aula, mas observe, pois essa referência visual dos movimentos nunca é demais. Quanto mais você conseguir "respirar" a dança no começo, pode ter certeza vai te ajudar, posso garantir que observei muito e ainda observo até hoje. Mesmo que você já tenha visto os passos, existem detalhes que passam despercebidos numa primeira leitura do movimento. (RB)

Dicas para iniciantes nas danças de salão


Primeiramente meus parabéns, pois escolheram uma atividade muito prazeirosa e relaxante, que é as danças de salão. Vou dar algumas dicas no intuito de ajudar no desenvolvimentod a sua aula e sua dança:

1 - Mantenha uma constância de presença nas aulas:
As aulas seguem uma ordem lógica e caso você precise faltar, tente repor a aula; converse com seus professores e peça uma turma para reposição.

2 - Procure dançar com várias pessoas nas aulas e em momentos de prática.
A dança de salão é toda conduzida, onde acontece um diálogo corporal entre o cavalheiro e a dama. Dançar com outras pessoas vai ser, no mínimo, uma experiência enriquecedora neste aspectoda condução, pois você verá como é diferente a comunicação com cada pessoa, além do que vocêampliará seu círculo de amizades.

3 - Procure participar de práticas, confraternizações, bailes, tudo que conseguir.
Estes momentos serão uma aplicação prática das aulas, onde você estará ganhando uma fluênciamaior na comunicação da dança. Não hesite, treine desde o começo e lembre-se de que quem já dança. Bem passou pela mesma fase que você, um dia não sabia e garanto que para aprender bem, teve a coragem de vencer esta barreira inicial.

4 - Treine seus ouvidos, ouça músicas
As músicas de danças de salão serve para educar os ouvidos e arrisque os passos básicos, mesmo sozinho. Isto vai te deixar mais à vontade com o ritmo e com o seu corpo. Qualquer dúvida que apareçer, traga-a a seus professores.

5 - Anote suas aulas de maneira que você entenda.
Ao anotar as aulas com o nome dos passos e uma descrição que você relembre depois é um ótimo exercício. Durante a semana de intervalo entre uma aula e outra, use este material para o treino, ou simplesmente tente remontar os passos mentalmente, você vai ficar impressionado com o resultado na aula seguinte.

Bom pessoal, não existe nenhuma receita de bolo para o sucesso na dança de salão. Estas são algumas dicas que com certeza irão te ajudar. (RB)

sábado, 17 de abril de 2010

Além do Dois pra cá Dois pra lá...

Dizem que quem canta seus males espanta. Pois quem dança espanta os males, emagrece, relaxa, socializa e fica com aquela energia boa de quando a auto-estima se despe da timidez e voa pro andar de cima. Pensando em todos nós, criou um singelo guia de onde aprender a remexer o esqueleto na Cidade de Salto. Mãos – e todo o resto – à obra:

Salsa


Etimologicamente salsa é uma mistura de “diversas substâncias comestíveis diluídas”. Algo como um super condimento. Não à toa o ritmo, surgido em Cuba nos anos 1960, é uma grande mistura de ritmos. Como o mambo, influenciado pelo merengue da República Dominicana e pelo calipso de Trinidade e Tobago, com uma pitada forte da cumbia colombiana e, por que não, do rock americano e do reggae da Jamaica. Dizem por aí que hoje até o rap e o techno dão sua contribuição para o ritmo, que deu às caras ao mundo em Nova Iorque, quando jovens músicos quiseram criar um mix bem latino-americana. E acertaram na mosca.
Tango


Alguém disse que o tango é “um pensamento triste que se pode dançar”. Com muita ousadia, eu diria que é paixão transformada em um ritual de passos fortes, pernas entrelaçadas, expressão séria e intimidade. Nascido nos cabarés de Buenos Aires e influenciado pelos sons da região platina, o tango possui variações: milonga, “canyengue”, “romanzae”, canção e tango jazz. Como plano de fundo o bandoneón, que veio com os imigrantes alemães traduzir paixão em notas musicais.
Samba de Gafieira


Chico Buarque diz em uma de suas músicas que malandro quando morre vira samba. Que coisa bonita devem ser estes malandros, para fazer nascer o ritmo mais característico do nosso país. Dançado de norte a sul, o samba é um filho da África criado no Brasil. E, para dançar juntinho, se veste de gafieira, modalidade surgida na década de 1940, mais rápida e forte na parte instrumental, bem do jeito do salão.
(RB)